Processos de desenvolvimento Não-objeto no parque

 Croquis iniciais 





Diretrizes:

Deve ser deslocável, montável/desmontável
Mediador entre corpo e espaço
Não é mobiliário Urbano
Deve operar no corpo a corpo com o espaço

Forma definida pelo grupo:


Pode ser posicionado de diferentes formas, gerando novas percepções sobre o ambiente ao redor
Interage com o espaço
Incorpora diferentes formas
Atrativo para crianças e adultos (relevante devido ao fato do local no qual o Não-objeto será posicionado ser frequentado, majoritariamente, por crianças acompanhadas de seus país e responsáveis)
As cores sobrepostas possibilitarão a formação de novos tons, aumentando a interação com o público (pelo fato do castelo escolhido ser formado inteiramente por cores primárias, o uso de cores para além de vermelho, azul e amarelo no não-objeto geraria destaque em relação ao espaço)
Funciona como obstáculo mas também como passagem

Testes:
No dia 06/11 fizemos uma visita ao parque, durante a aula, dedicada à realização de testes das ideias que tivemos para a construção do nosso não-objeto



Testamos a resistência dos imãs na estrutura do brinquedo


Avaliamos a possibilidade de outras formas além dos quadriláteros e de implementar formas totalmente opacas. Enquanto a primeira ideia seguiu para o projeto final, a segunda ideia foi abandonada


teste de diferentes formas de interação entre o projeto e a estrutura: imãs, barbante e conduíte




Percebemos durante a experimentação que alguns materiais e cores se perdiam nas cores e formas do brinquedo


O papel prateado foi o que mais se destacou no brinquedo. Ele funcionou como um espelho com texturas e trouxe o parque para dentro do castelo por meio do reflexo


Montagem e finalizações:

No dia 10/11, o tempo de aula foi cedido para irmos à peixaria confeccionarmos nosso trabalho





Após retorno dos professores sobre o trabalho, iniciamos a montagem das peças

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